Betta Macho Matriz

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Betta fêmea white dragon Matriz

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domingo, 8 de janeiro de 2012

Doenças nos peixes

Doenças.
É a maior dor de cabeça de qualquer aquáriofilista, seja ele de peixes tropicais em geral ou só do nosso querido betta splendens.
Vou começar por relevar que a maioria das doenças que atacam os nossos bettas podem ser muito mais facilmente prevenidas com um bom estado da agua e uma boa e saudável dieta alimentar, do que o ter que utilizar qualquer tipo de tratamento, que ate por vezes são insuficientes e acabam sempre por deixar o peixe passar por algum sofrimento durante um determinado tempo e ate em alguns casos ser insuficiente e acaba por morrer.
Vamos dividir as doenças por dois grupos que são as:

Doenças parasitarias, bacteriológicas e derivada por fungos.
Doenças causadas por má alimentação.


Doenças parasitarias, bacteriológicas e derivada por fungos:



Íctio, ou doença dos pontos brancos: a causa de esta doença é devido a mudanças bruscas de temperatura na água, esta é facilmente detectada numa fase inicial quando o peixe esfregasse em tudo o estiver no seu alcance sejam objectos decorativos, tubos, plantas, etc. também o pouco apetite, barbatanas fechadas e a respiração mais repetitiva. Logo no segundo estágio da doença aparecem os pequenos pontos brancos na pele do peixe, é aqui que na realidade percebemos porque o peixe tinha aqueles sintomas todos.
Tratamento: o tratamento de esta doença é bastante fácil, consiste em aumentar a temperatura do aquário com o peixe infectado entre os 30ºC aos 32ºC para aumentar a velocidade de reprodução da bacteria que esta alojada na pele do peixe, logo que abandona a pele do peixe para o fundo do aquário, durante pelo menos três dias que é o tempo de gestação do parasita a esta temperatura. E já que só é possível combater este no estado médio do desenvolvimento a quando nada livremente pelo aquário por isso em simultâneo e durante estes três dias vamos adicionar um parasiticida (eshaexit) que eliminara todas as larvas existentes no estado de nado livre, é aconselhado após este tratamento mudas parciais de agua ate acharem que encontra-se fora de perigo o nosso peixe.




Oodiniose ou doença do veludo: esta doença também por norma é causada por mudanças bruscas de temperatura da agua do aquário e os sintomas muitos parecidos com os anteriormente descritos, falta de apetite, barbatanas fechadas a respiração mais repetitiva e mais a falta de equilíbrio ao nadar, mas também a presença de pontos que mais parecem pequenos flocos de algodão de cor amarelada, e uma doença bastante contagiosa e de fácil contagio, isto acontece quando temos ao nosso peixe betta junto a outros que poderão ser contagiados rapidamente, por isso temos que actuar rapidamente.
Tratamento: adicionamos na água do aquário infectado um bom produto durante o tempo necessário para o tratamento dos fungos (eshaexit e ou esha 2000)

Costiose ou costia: esta doença é causada por vários protozoários, e o peixe apresente sintomas de corpo com aspecto esbranquiçado ou nebuloso, falta de apetite e presença de ramificações vermelhas nas nadadeiras em aquários com algum movimentos na agua costuma localizar-se nas correntes existentes com uma natação ininterrupta, caso não exista nenhuma corrente este ficam junto ao fundo ficando com uma cor apática e uma vez por outra nadam bruscamente para a superfície para respirarem. E em alguns casos extremos perda de tecido que poderá ficar em carne viva.
Tratamento: é adicionado na água aquário infectado um bom produto durante o tempo necessário para o tratamento dos fungos (esha 2000)

Saprolegniose ou doença do algodão: O peixe apresenta tufos semelhantes a algodão na superfície do corpo especialmente na região da boca e olhos e também desenvolvem-se nas brânquias, é derivada por uma bactéria chamada de “flexibater” esta ao penetrar na pele do peixe libertam enzimas que acabam no apodrecimento do tecido em causa, e se for o caso de infecções nas brânquias os peixes morrem rapidamente por asfixia. É uma doença altamente contagiosa espalhando-se facilmente pelo aquário.
Tratamento: com um antibiótico em conjunto a um bom fungicida e logo que detectada a doença (esha2000)

Hidropsia (barriga-d’água): vou tentar ser directo, rápido e sem muitos rodeios, porque? Por ser a única doença que considero como sendo o “cancro” dos peixes em estado avançado ou terminal, por ser um conjunto de sintomas e sinais que surgem no decorrer de certas doenças que vão alterar todos os órgãos internos e ocorre quando há retenção de aguas nos tecidos externos como a pele e alastrando-se rapidamente, e só conseguimos aperceber-nos ou diagnosticar a quando do inchaço e as escamas totalmente eriçadas. Conforme o passar dos dias e digo muitos dias porque o peixe sofre durante longos e lentos dias, vai-se deplorando cada vez mais enquanto os órgãos internos do peixe começam a falhar lentamente causando desta maneira uma morte lenta e dolorosa.
Tratamento: existe no mercado vários produtos que descrevem a melhor maneira de a tratar e como a tratar, eu pessoalmente e como já afirmei anteriormente, como sendo uma doença com um indeterminado conjunto de anomalias a nível dos órgãos internos não vejo tratamento possível, já ouvi varias versões de pessoas que dizem terem salvado o peixe desta terrível doença, mas sinceramente não acho possível, basta só fazer uma pesquisa bastante aprofundada e estudar um bocado sobre a patologia dela, que ficam logo com um esclarecimento mais completo. Em esta, e só em esta doença é que concordo plenamente com o uso da eutanásia, já que evita o sofrimento lento e prolongado do peixe.
Doenças causadas por má alimentação:





A doença da bexiga natatória: são doenças que não são contagiosas, e em que o peixe deixa de ter uma natação sincronizada e muito desajustada, isto deve-se em primeiro lugar a uma má nutrição do peixe principalmente causada pela pouca variedade em nutrientes, em outros casos a super alimentação também pode levar com que aconteça. Normalmente é impossível a sua cura, morrendo em pouco tempo o peixe.
Tratamento: mais que tudo temos que prevenir dando aos restantes uma dieta diferente, tanto em proteínas como em vitaminas, também temos que evitar dar em muita quantidade e durante muito tempo o mesmo tipo de alimento.

Doença dos olhos Inchados (Pop-eye): é quando o olho do peixe apresenta-se como se quisesse sair e um bocado fosco, não é contagiosa nem fatal para o peixe mas temos que a tratar logo. A causa deve-se a má qualidade da agua tanto por excesso de excrementos como restos de alimento não consumido.
Tratamento: eu primeiro que tudo troco a agua do aquário diariamente em 50%, e de cada vez que faço-o coloco umas gotas de aloé vera na proporção de uma gota por cada litro.



Para concluir é de salientar que cada vez que surgir alguma infecção em algum dos nossos peixes, por vezes temos que desinfectar os aquários, redes e todos os materiais que mantiveram algum contacto com o peixe, em certos casos utilizo uma mistura de formol com água na proporção de 5ML de formol para cada litro de água, logo de seguida lavar com abundante água para assim retirar algum vestígio de formol. Em outros casos lavar com abundante água é suficiente, e nunca utilizando algum tipo de detergente ou lixívia.

Como diferenciar o Betta Macho da Betta Fêmea ?

Percebemos que alguns visitantes não sabiam como identificar o Betta Macho da Betta Fêmea, para facilitar, nós fizemos um apanhado de dicas para que possam identificar-los com facilidade.

Os Machos possuem nadadeiras longas , corpo grande e alongado , faz ninho de bolinhas na superfície da água (embora já vi fêmeas também fazerem) ,totalmente territorialista .
Um macho pode chegar com facilidade a 10 cms . São eles que cuidam do ninho e da cria até os alevinos estarem nadando na vertical .


Já as Fêmeas, possuem nadadeiras curtas , corpo abaulado , podendo as vezes fazer ninho de bolhas , embora bem menor que os machos , possuem o ovopositor (pontinho branco embaixo da barriga perto do ânus) , por onde saem os ovos . Acostumadas ,convivem com outros peixes e outras fêmeas sem problemas.


Plakats são bettas de nadadeira curta , tanto a fêmea quanto o macho. Diferenciar uma fêmea Splends de uma fêmea Plakat é muito difícil , podendo assim dizer que as são “iguais” e não tendo muita importância essa diferença . Porém os machos Plakats também podem ser confundidos com fêmeas (tanto Splends quanto Plakat), por ter pequeno o corpo e as nadadeiras. Há uma característica que identifica-os facilmente , o ovo positor, que só as fêmeas possuem .



sábado, 7 de janeiro de 2012

Transporte de carga viva: alguns cuidados

Quando falamos em transporte de peixes ornamentais, podemos estar nos referindo à grande quantidade de peixes enviados de um produtor a um distribuidor, o transporte de um distribuidor para um lojista ou simplesmente da compra de um peixe isolado adquirido por um consumidor final. O artigo tem por objetivo mostrar que o transporte de peixes merece cuidados especiais, mas não é um bicho de sete cabeças. O transporte/embalagem dos peixes, em geral, pode ser feito de duas maneiras:
  1. Tanques de transporte. Feitos de material leve e resistente à corrosão com isolamento térmico para evitar variações de temperatura. Normalmente são providos de sistema de aeração mecânica e circuladores de água para auxiliar a distribuição do oxigênio. Esse sistema é pouco utilizado no transporte de peixes ornamentais devido ao peso e a quantidade a ser transportada;
  2. Sacos plásticos inflados com oxigênio. As pontas do saco devem ser presas com fita adesiva para que o peixe não fique preso/sufocado ou se machuque nessas extremidades. O volume da embalagem deve ser preenchido com 20/25% de água e 75/80% ocupado com oxigênio. A embalagem deve ser bem fechada (com tiras de borracha, anéis de borracha ou metal e elásticos) para impedir a saída do oxigênio. Para redução do estresse durante o transporte, recomenda-se o uso de embalagens escuras. Isopor e caixas de papelão forradas com jornal ajudam a manter a temperatura mais estável. Com certeza esse método é o mais utilizado e comum.

Dicas para embalar e transportar os peixes ornamentais
É comprovado que esses itens têm grande influência na mortalidade de peixes ornamentais. Seguem abaixo uma série de dicas para amenizar esses efeitos:
  1. Quanto menor for o tempo de permanência dos peixes na embalagem, melhor. Além da questão do oxigênio, a qualidade da água (pequeno volume) piora com o passar do tempo devido às fezes e urina. Para diminuir o estresse causado pela exposição dessas substâncias tóxicas produzidas pelo próprio metabolismo, utilize um antiamônia para melhorar a qualidade da água no transporte;
  2. Dê preferência à venda de peixes que estão a mais tempo na loja. Eles já estão readaptados (recuperados do estresse pós-transporte) e tendem a apresentar menos problemas que peixes recém-chegados;
  3. Preste atenção para a quantidade de peixes dentro da embalagem (superlotação). Quanto maior a quantidade, mais rapidamente a água dentro dela se deteriorará. Verifique também a compatibilidade de peixes na mesma embalagem;
  4. Independente do tempo de transporte ao embalar os animais, utilize oxigênio. Isso demonstra uma preocupação maior quanto à saúde dos animais;
  5. Mantenha peixes em jejum o máximo possível antes de seu transporte para não sobrecarregar a água de dejetos (o ideal são 24 horas);
  6. Assegure que a temperatura durante o transporte esteja adequada è espécie transportada (nunca maior que 28 °C). Para evitar mudanças bruscas de temperatura, use um isolante térmico como o isopor;
  7. Evite agitação excessiva da embalagem durante o transporte;
  8. O transporte de peixes ornamentais deve obedecer às exigências legais de cada região (com sua documentação específica). Procure as Superintendências do IBAMA nos Estados, a fim de obter orientações de como preceder ao comércio regular desses animais.
Seguindo essas dicas, você assegura uma vida saudável para seu peixe durante o transporte.




OBS: ESTE DOCUMENTO FOI TIRADO DO SITE: http://www.bettabrasil.com.br/

Os alimentos vivos - Qual a sua importância?

Fundamentais na criação da grande maioria das espécies
Além de ser única fonte de alimentação para algumas espécies de peixes, como o Apaiaris (Astronotus ocellatus), não treinadas desde o nascimento a consumir alimentos secos, oferecendo nutrientes, aminoácidos e vitaminas que, na maioria das vezes, não são encontrados nas rações comerciais.
Os alimentos vivos exercitam as habilidades de predador e diminuem o estresse. Além disso, em alguns casos, podem ser utilizados como bioencapsuladores para medicamentos, vitaminas e outros aditivos, já que podem ser excelentes filtradores. Na produção da grande maioria das espécies de peixes ornamentais, o fornecimento de alimentos vivos aos alevinos é fundamental para o sucesso da criação.
Existe uma infinidade de alimentos vivos disponíveis no mercado como tubifex, verme-do-vinagre, paramécio, brachonetas, tenébrio, minhocas, microverme, vermes-de-grindall, enquitréias, etc. Citarei apenas alguns de maior interesse do público, de fácil criação e que não oferecem nenhum tipo de risco aos peixes e às pessoas que desejarem cultivá-los em suas casas.

Artêmia Salina (Branchipus stagnalis)

É o mais conhecido alimento vivo para peixes ornamentais e muito importante não somente para o mercado de aquariofilia, como também é fundamental para a produção de alevinos de muitas espécies de peixes de corte.
De fácil cultivo e muito encontrada nas lojas do ramo, a eclosão dos ovos de artêmia salina é muito simples, bastando seguir um esquema de fácil confecção à base de garrafas Pet e um aerador. Esse esquema é encontrado em sites da internet e o sucesso da eclosão é garantido. Mas atenção, a eclosão dos ovos de forma caseira tem como finalidade a produção somente dos náuplios, forma larval da artêmia, para alimentação dos peixes. Para fornecermos artêmias na fase adulta, devemos adquiri-las em lojas de aquarismo. Aos que desejarem produzir indivíduos adultos, o desafio é muito maior e requer pesquisa e experiência.
Para conservarmos as artêmias por mais tempo, basta mantermos a cultura na geladeira em recipiente fechado. Os náuplios são uma excelente fonte de proteína para as mais diversas espécies de peixes, principalmente em sua fase de vida larval. São quase indispensáveis àqueles que pretendem reproduzir qualquer espécie de peixe ornamental, servindo os náuplios de forma abundante aos pequenos peixes todos os dias. A artêmia em sua forma adulta é excelente fonte de alimento para peixes como o disco e muito utilizado como bioencapsulador para alimentos e aditivos. Isso é feito misturando o medicamento durante 10 minutos na água dos crustáceos e logo em seguida oferece-se aos peixes.

Daphnias (Daphnia magna)

A Daphnia magna é um microcrustáceo filtrador que se alimenta de algas, principalmente de Chlorella vulgaris e bactérias. Medem de 1 a 5 mm e o ciclo de vida varia entre 40 a 56 dias, dependendo da temperatura da água. São facilmente encontradas em águas ricas em nutrientes como lagos e tanques de piscicultura e proliferam-se com enorme facilidade.
Seus hábitos filtradores premitem-nos utilizá-las como forma de fornecimento de medicamentos, vitaminas ou qualquer outro aditivo aos peixes, assim como as artêmias. É um alimento de excelente qualidade. Quando oferecidas em quantidade no aquário e não são totalmente consumidas pelos peixes, continuam vivas no ambiente se alimentando. Não causam transtornos ao aquarista e podem ser consumidas pelos peixes em outro momento.
Podem ser cultivadas em qualquer recipiente, mas quanto maior a lâmina de água melhor. Mantendo-se a temperatura em torno de 28 ºC e oferecendo alimentação à base de fitoplâncton (água verde) ou mesmo fermento de padaria, com trocas parciais de água toda semana. Os resultados são excelentes, obtendo-se uma enorme colônia em dois meses.

Guaru (Poecilia reticulata)

Principal alternativa para alimentação de peixes carnívoros em aquário, o Guaru pode ser encontrado com facilidade em todo o território nacional, principalmente na região Sudeste.
Sua reprodução é extremamente fácil, sendo viável a sua criação em tanques de menor volume. Já a captura na natureza pode implicar na contaminação dos peixes alimentados com algum tipo de enfermidade como ectoparasitas e bacterioses, largamente difundidas em reservatórios naturais. Por isso, o indicado nesse caso é a sua criação em casa ou compra em lojas de aquarismo.
A fêmea pode atingir 5 cm de comprimento, enquanto o macho não ultrapassa 3 cm na fase adulta.

Lips (Hemigrammus erythrozonus)

Facilmente encontrado em lojas especializadas, o Lips é um dos alimentos vivos mais difundidos no aquarismo brasileiro. Esse peixe varia entre 2 cm e 5 cm de comprimento, sendo muito resistente a variações de pH e temperatura, porém pouco tolerante a baixos níveis de oxigênio dissolvido.
Sua principal finalidade é a alimentação de peixes carnívoros que não foram treinados a aceitar ração como a maioria dos peixes de couro, apaiaris e outras espécies capturados na natureza.
A reprodução do Lips em aquário é pouco interessante pelo alto nível de predação das proles pelos pais. É mais viável sua estocagem em aquários menores ou mesmo a manutenção de uma população numerosa, servindo de fonte de alimentação constante aos habitantes do aquário.
Ao comprar esses peixes em lojas do ramo, devemos ficar atentos a sua condição de saúde e fazer um tratamento profilático com produtos específicos, evitando, assim, possível transmissão de doenças.

Besouro do Amendoim (Palembus dermestoides)

O Besouro do Amendoim é um inseto coleóptero de fácil cultivo e rico em proteína na sua fase larval. É um excelente alimento para os peixes ornamentais, principalmente Bettas e outros anabantídeos.
Para mantermos uma cultura em casa, basta introduzirmos alguns indivíduos em um recipiente como caixa ou pote plástico com tela protetora contra predadores, forrado com amendoins in natura e com alguma fonte de umidade. Um pequeno pedaço de legume trocado todos os dias é ideal para manter os níveis corretos de umidade.
Depois de cerca de 40 dias, a colônia aumentará de volume visivelmente e você poderá começar a fornecer as larvas aos peixes. Com o passar das semanas o número de larvas aumentará bastante, sendo uma grande fonte de alimento. Porém, devemos ficar atentos a problemas como fungos, frio ou calor em excesso. A temperatura ideal é de 25 a 30 ºC. Lembre-se também de deixar que recebam luz indireta.
Podem ser fornecidos diretamente na água e caso alguma larva não seja consumida pelos peixes, retire-a do aquário para que não fermente e prejudique os peixes.
A aquariofilia é um hobby dinâmico e aqueles que se dedicam a essa atividade têm grande interesse em novas formas de obterem melhores resultados. Cabe às lojas oferecerem maior variedade de produtos, estimulando o aprofundamento dos hobbystas no assunto.


OBS: ESTE DOCUMENTO FOI TIRADO DO SITE: http://www.bettabrasil.com.br/

Como lidar com esposas e namoradas no aquarismo?

Todo aquarista enfrenta problemas terríveis com seus aquários: algas, doenças, incompatibilidade de animais, Alterações de pH, temperatura, dificuldade de achar o equipamento que precisa e vários outros fatores, mas nenhum deles se compara ao que esta do lado de fora do aquário… As mulheres em nossa vida, as esposas e namoradas.
O intuito desse texto é mostrar, com bom humor, que é possível convencer a sua esposa ou namorada que o nosso hobby não interfere no relacionamento e pode sim, ser muito saudável para ambos.
Vamos tratar os itens abaixo como “Mandamentos do Aquarista”:

1º Mandamento – Prepare o terreno
Quando você pensar em montar um novo aquário, nunca, jamais, em hipótese alguma faça isso sem conversar com ela antes, porém a maneira como a conversa deve ser levada requer cuidado e ainda por cima um jogo de cintura, o cenário perfeito é aquele onde ela acha que a idéia de um novo aquário foi dela, conseguindo isso, você nem precisa ler o resto deste texto e seu próximo passo será ministrar palestras sobre relacionamentos para aquaristas menos afortunados.
Para preparar o terreno o ideal é entender como um aquário pode entrar bem no contexto da sua casa ou apartamento, por exemplo:
Ela comenta que gostaria de comprar um aparador para a sala, você avalia a possibilidade e vai com ela na loja, sem pressa alguma, deixe que ela olhe todos e diga qual mais a agrada, feito isso você pergunta para ela:
- Amor, o que vamos colocar em cima do aparador?
Em 80% dos casos ela vai dizer que ainda não pensou nisso, mas é perigoso já partir direto para a abordagem do aquário, crie o ambiente, coloque coisas que ela gosta e peça opinião, veja o exemplo abaixo.
- Amorzinho, podemos colocar algumas fotos e o telefone, o que acha?
Espere a resposta, caso seja positiva é a hora de abordar, mas claro, com cautela.
- Hum, pensei agora, ele vai ficar meio sem vida né? Podíamos colocar uma planta, um vaso de vidro ou então um aquário, claro… Um aquário que não roube a beleza do aparador, mas que de vida para ele o que você acha?
Caso mesmo assim ela resista, ofereça para colocar uma foto da mãe dela no aparador, mas lembre-se que a foto da sogra no aparador provavelmente irá impedir a que qualquer tipo de vida se manifeste no aquário…

2º Mandamento – Evitando confrontos
Todo aquarista sabe que no nosso país o preço de alguns animais são altos, e esse é um dos maiores confrontos que um aquarista pode ter, pois a sua esposa ou namorada não vai concordar que você comprou um peixe de R$ 200,00 (Yellow Tang, por exemplo) e não comprou aquela “melissa” que ela queria tanto. Pois é, isso acontece meu amigo, e mesmo sabendo que esse sapato, feito de plástico, com cheiro de chiclete e que após algum tempo estará com cheiro de fandangos de queijo, precisamos dar o braço a torcer e abrir a mão em troca de paz e tranquilidade.
Minha sugestão nesse caso é que sempre que for a uma loja de aquários, comprar algo leve ela junto, mas nunca a primeira parada deve ser a loja de aquários, primeiro você deve passear no shopping, comprar algo para ela, ou então deixa-la no salão de cabelereiro, mas esse tem que ser muito próximo da loja que você quer ir, assim você poderá deixá-la lá e ir à loja sem que a mesma fique chateada por você não dar atenção.
Se ela decidir te acompanhar na loja, tenho certeza que ela sentirá remorso de impedir você de comprar algo sabendo que você dedicou uma parte do seu dia com ela e não deixou de agradá-la.
IMPORTANTE: Em hipótese nenhuma minta sobre o valor de um animal que comprou com certeza ela vai pesquisar na internet e descobrir o valor real do animal e você irá criar uma inimiga dentro de casa…

3º Mandamento – Manutenções Programadas
Todas as manutenções, montagens e afins, devem acontecer sempre com a esposa ou namorada ausentes. É uma péssima idéia ter elas por perto quando precisamos de paz e tranquilidade. Ah, não podemos esquecer que TPA e TPM são incompatíveis ok?
Acreditem, teve uma época da minha vida que as manutenções eram feitas durante a madrugada, justamente para evitar confrontos!
Dicas que podem salvar sua vida:
  • Sempre deixe uma camisa sua de dormir do lado do aquário para secar as mãos, em hipótese nenhuma use panos de prato;
  • Coloque um pano em volta do aquário para evitar respingos no chão;
  • Plantas e corais resultantes de podas e fragmentação tem dois destinos, doação ou lixo, não invente jamais de colocar em um potinho com água e deixar na pia;
  • E o mais importante, nunca faça TPA em dia de aniversários de namoro, casamento e datas importantes.
Bom a idéia aqui foi mostrar que é possível sim conviver em paz e harmonia em um triângulo amoroso, você, ela e o aquário, mas se um dia ela soltar a famosa frase: “Você prefere mais os seus peixes do que eu?” ou “Você gosta mais deste aquário do que de mim?” ou “Para o aquário você tem paciência, para passear comigo no shopping não né?“. Calma, nem tudo esta perdido, a ultima carta você terá guardada em sua manga e nessa ela vai com certeza ficar sem reação.
Respire bem fundo, mantenha a calma, olhe nos olhos dela e pergunte bem devagar:
- Amor, você prefere que eu fique em casa com os peixes ou na rua com as piranhas?
Pronto… Final feliz!


OBS: DOCUMENTO TIRADO DO SITE: http://www.bettabrasil.com.br/

Peixe Betta




Nome Popular: Betta
Nome Científico: Betta splendens
Tamanho adulto: 10 cm
Temperatura da água:
24 – 28º C
PH
: 6.8 a 7.5
Características:
É um peixe para iniciante, o macho é extremamente agressivo e territorialista apesar de frágil com outros peixes, possui longas nadadeiras sendo que cada um tem sua forma e sua cor assim como uma borboleta, ja a fêmea é calma e pode conviver com outras fêmeas sem problema algum, ela é mais simples possui nadadeira bem mais curta e com pouca coloração . Ele não necessita de água em movimento, pois tem a particularidade de respirar o ar atmosférico. Normalmente são vendidos em pequenos potes que nem 1 litro às vezes tem, mas o recomendável é no mínimo 10litros.
Alimentação:
Rações específicas , enquitréias, larvas do besouro do amendoim, artêmias e outros alimentos vivos .
Reprodução:
A reprodução do betta pelo que muitos acham, não é difícil e sim uma das mais fantásticas. Ela pode ser conseguida por qualquer aquarista que possua algum conhecimento do assunto. É necessário apenas, que se siga algumas regras básicas para não se ter problemas.
Para começar, se pretendemos produzir uma bela espécie e manter uma boa linhagem, evidentemente os progenitores devem ser de boa linhagem. Escolha um macho forte e vigoroso a seu gosto, que esteja sempre ativo e lúcido. E também uma fêmea de sua escolha, que esteja pronta para a reprodução. Como distinguir uma fêmea preparada ou não para a reprodução? Basta verificar se há um pontinho branco para fora, logo abaixo das barbatanas pélvicas, e que esteja também redondinha e com boa aparência.
É bom que este casal, seja alimentado de preferência com comida viva e variada como tubifex, artêmia ou até mesmo larva de mosquito.
É necessário ainda, que a fêmea seja menor que o macho ou teremos problemas, pois na hora de fecundação o macho ficará impossibilitado de envolve-la em um abraço, se ela for maior. Se este casal se der bem poderá ser usado para novas reproduções.
Há criadores que usam aquários de 8 litros, outros de 45 litros, mas no nosso caso usaremos um aquário de 20 litros, por ser de bom manejo e de menor custo. Utilize uma luminária com uma lâmpada incandescente de 25 watts.
• Se necessário um aquecedor de 10 watts.
• Um maço de cabomba, elódea ou até mesmo samambaias flutuantes.
• Água descansada por uns 2 dias, com altura de 15 cm. O aquário não deve conter cascalho ou nenhum tipo de areia para que os ovos não se percam entre as pedras, caso contrário ficarão no fundo e fungarão.
Se a base do aquário, a estante, for clara ou branca, devemos providenciar uma cartolina ou papel, escuro ou preto, para dar contraste com os ovos brancos e que o macho os possa ver melhor e mais rápido que a fêmea, pois dependendo da fêmea, da sua personalidade, ela poderá comê-los ou pelo contrário ajudar o macho na colocação deles no ninho como acontece às vezes.
Após tudo pronto coloque o aquário de preferência em um lugar tranquilo para que o casal não se assuste. Coloque então o macho e logo após a fêmea em banho maria, dentro de um pote de vidro qualquer transparente, afim de que o macho não a mate, pois de início ele não a reconhecerá como fêmea. Logo ele abrirá suas grandes barbatanas, rodeando o vidro, e em seguida cortejando-a. A partir daí, começa a fazer um ninho, este consiste de minúsculas bolhas de ar revestidas por um muco salivar, que as torna adesivas.
Ao fim do dia, em algum lugar do aquário, na superfície, haverá um ninho de uns 8 cm de diâmetro. Eu aconselho soltar a fêmea no dia seguinte, mas não há problema em soltá-la antes, só é preciso que o ninho tenha um certo tamanho. Caso contrário espere que ele faça o ninho ou senão ao final de três dias, troque o macho, tampe o aquário, e verifique a temperatura, estabilizando em 30 graus. Isto é muito raro acontecer, você precisa conhecer seus machos, há alguns que constroem ninhos enormes, e outros pequenos. Depende da personalidade de cada betta. O certo é usarmos casais jovens, pois são melhores reprodutores.
Feito isso, soltamos a fêmea. Não se assuste, pois de início o macho irá persegui-la constantemente, chegando a machucá-la. Por isso são necessários os tufos de plantas, para que ela se esconda até que esteja apta à desovar.
Ao fim da tarde, a fêmea parecerá bem maltratada, e entre 24 a 49 horas ela aceitará o macho e irá de encontro a ele, abaixo do ninho. Se isso não ocorrer em 48 horas, troque a fêmea.
Ele então a envolverá em um maravilhoso abraço, brilhante aos nossos olhos. Após o abraço o macho ficará atento para os ovos que cairem dela. Nos primeiros abraços nenhum ovo se soltará, somente após o sexto, sétimo abraço ou até mesmo antes. Começarão a se desprender pequeninos ovos de cor branca e rapidamente o macho os pegará com a boca e os colocará no ninho um a um, em cada bolha do mesmo. O número de ovos soltos pela fêmea aumentará a cada abraço até chegar ao número de 20 a 50 por abraço.
Isto se repete durante horas, e após a fecundação, o macho começa a ignorar a fêmea, que passa a ter um apetite especial pelos ovos. Ele começará a mordiscá-la, machucando-a, mantendo ela longe do ninho. Este ficará aos cuidados do macho.
Nessa hora devemos retirar a fêmea, pois seu papel na reprodução termina por aí, antes que o macho a mate.
A eclosão se dá por fim de 24 horas, os alevinos nascem e ficam pendurados no ninho, na posição vertical. O macho, como pai, manterá a prole junta, tomando cuidado para que nenhum alevino caia para o fundo. Os alevinos se alimentarão do saco vitelino que eles carregam durante três dias. Após esses dias devemos retirar o macho que perderá o interesse pela prole, podendo até comê-los.
O melhor alimento para esses alevinos são os nauplios de artêmia salina recém-nascidas. Para alimentá-los devemos colocar um pouco em cada canto do aquário, pois os alevinos de betta são lentos e não correm atrás do seu alimento.
Devemos aumentar a quantidade de acordo com seu crescimento.
O crescimento da ninhada é rápido e irregular, por isso ao fim de um mês devemos separar os maiores, por existir entre eles o canibalismo.
Com três meses de idade, podemos separar os machos em potes de vidro, dando a eles o melhor alimento, trocando sua água a cada três dias. Com isso eles rapidamente atingirão seu explendor tornando-se belíssimos bettas. Nessa hora devemos fazer a seleção dos machos mais bonitos e grandes de sua escolha para reproduções futuras.
No decorrer da reprodução, faça anotações, que serão de muita utilidade no futuro, como: Data da postura, Data da eclosão, número aproximado de ovos, alevinos, quantidade de machos e fêmeas numa ninhada, tempo de crescimento, e etc.
Caso não consiga tente novamente, nunca desista, troque idéias com colegas ou criadores, pois nada é impossível, muito menos a reprodução desse belíssimo peixe ornamental que é o BETTA SPLENDENS.

Fonte: Revista Aquarista Jr. nr. 1

alevino de betta com um mês
foto dos cidida do amigo Kedson Bettas

Desenvolvimento das larvas de Betta splendens

A fase de desenvolvimento das larvas de Betta splendens em cativeiro é a mais desafiadora de todas. As coisas acontecem muito rapidamente e você precisa estar preparado(a) para atender as necessidades básicas das larvas ao tempo certo: equilíbrio constante de temperatura e pH da água, limpeza e renovação da água, alimentação com alimentos vivos, betteiras em abundância para os machos e tanques coletivos de crescimento para as fêmeas (jovens).

Não se assuste! É trabalhoso, mas o resultado é absolutamente gratificante.
Recapitulando o que dissemos no tópico Reprodução de Betta splendens em cativeiro, aproximadamente após 48 horas da postura dos ovos, inicia-se a eclosão dos ovos, surgem milhares de larvas no ninho-bolha, minúsculas (aproximadamente 2,5 mm).

1º dia
Parecem fiapinhos espetados no ninho, na vertical. Neste momento se alimentam das reservas contidas no saco vitelino. Você vai vê-las cair do ninho-bolha e tentar voltar sozinhas, outras cairão no chão do aquário. Estas serão pegas pelo macho, na boca, e colocadas novamente no ninho-bolha. Ele continuará fazendo isto por 48 horas aproximadamente, daí o macho deverá ser retirado do aquário (final da tarde) e as larvas de Betta splendens ficarão totalmente dependentes da sua atenção e esforço para mantê-las alimentadas e saudáveis.

3º dia
Pela manhã, as larvas precisam começar a se alimentar. Uma boa opção é verme-do-vinagre, alternando com microvermes a tarde, e a noite, voltando a oferecer verme-do-vinagre. Outras opções: paramécias, rotíferos ou infusórios.
Siga este roteiro de oferta de alimentos, adaptando-o para a sua realidade, usando aquilo que você cultiva e pode oferecer às larvas e um pouco mais adiante aos juvenis:


É bom começar a aerar a água levemente para quebrar a tensão superficial da água. O labirinto das larvas ainda não está totalmente formado, isto só vai acontecer por volta do vigésimo quinto/trigésimo dia de vida da larva, mas elas sobem à superfície da água, mesmo sem fazer troca de gases.
Você vai observar que as larvas já assumem o nado horizontal, com movimentos erráticos e rápidos pelo aquário.
Concomitantemente e até o final do processo, inicia-se o processo de trocas parciais de água, pelo menos, 2 vezes por semana.
Muito lentamente vá aumentando a coluna d'água do aquário, de forma a chegar por volta da 8ª semana com a coluna d'água em seu nível máximo, dentro do aquário de cria e desenvolvimento.
Neste ponto é aconselhável começar a introduzir alimentação industrializada, triturada na forma de farelo, até que o peixe cresça o suficiente para aceitar o granulo inteiro.
Também, é hora de pensar em transferir os peixes para um ambiente maior. Introduzir um filtro interno ou externo que agite o menos possível a água e tenha proteções para que os peixes não sejam sugados.
Em todo o processo há de se tomar muito cuidado com relação a super-alimentação, que deve ser evitada, limpeza da água, estabilidade do pH e da temperatura.
Na medida em que já seja possível distingüir os machos dentro do seu plantel, já vá separando-os em betteiras ou enjarrando-os, como se costuma dizer (pets de refrigerantes são uma opção barata).



Após a 20ª semana
Já é possível começar a seleção dos melhores espécimes para melhoria genética do seu plantel e começar a distribuir os filhotes no mercado ou entre amigos.

OBS: ESTE DOCUMENTO FOI TIRADO DO SITE http://www.bettabrasil.com.br/ .


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