Doenças.
É a maior dor de cabeça de qualquer aquáriofilista, seja ele de peixes tropicais em geral ou só do nosso querido betta splendens.
Vou começar por relevar que a maioria das doenças que atacam os nossos bettas podem ser muito mais facilmente prevenidas com um bom estado da agua e uma boa e saudável dieta alimentar, do que o ter que utilizar qualquer tipo de tratamento, que ate por vezes são insuficientes e acabam sempre por deixar o peixe passar por algum sofrimento durante um determinado tempo e ate em alguns casos ser insuficiente e acaba por morrer.
Vamos dividir as doenças por dois grupos que são as:
Doenças parasitarias, bacteriológicas e derivada por fungos.
Doenças causadas por má alimentação.
Doenças parasitarias, bacteriológicas e derivada por fungos:
Íctio, ou doença dos pontos brancos: a causa de esta doença é devido a mudanças bruscas de temperatura na água, esta é facilmente detectada numa fase inicial quando o peixe esfregasse em tudo o estiver no seu alcance sejam objectos decorativos, tubos, plantas, etc. também o pouco apetite, barbatanas fechadas e a respiração mais repetitiva. Logo no segundo estágio da doença aparecem os pequenos pontos brancos na pele do peixe, é aqui que na realidade percebemos porque o peixe tinha aqueles sintomas todos.
Tratamento: o tratamento de esta doença é bastante fácil, consiste em aumentar a temperatura do aquário com o peixe infectado entre os 30ºC aos 32ºC para aumentar a velocidade de reprodução da bacteria que esta alojada na pele do peixe, logo que abandona a pele do peixe para o fundo do aquário, durante pelo menos três dias que é o tempo de gestação do parasita a esta temperatura. E já que só é possível combater este no estado médio do desenvolvimento a quando nada livremente pelo aquário por isso em simultâneo e durante estes três dias vamos adicionar um parasiticida (eshaexit) que eliminara todas as larvas existentes no estado de nado livre, é aconselhado após este tratamento mudas parciais de agua ate acharem que encontra-se fora de perigo o nosso peixe.
Tratamento: adicionamos na água do aquário infectado um bom produto durante o tempo necessário para o tratamento dos fungos (eshaexit e ou esha 2000)
Tratamento: é adicionado na água aquário infectado um bom produto durante o tempo necessário para o tratamento dos fungos (esha 2000)
Tratamento: com um antibiótico em conjunto a um bom fungicida e logo que detectada a doença (esha2000)
Tratamento: existe no mercado vários produtos que descrevem a melhor maneira de a tratar e como a tratar, eu pessoalmente e como já afirmei anteriormente, como sendo uma doença com um indeterminado conjunto de anomalias a nível dos órgãos internos não vejo tratamento possível, já ouvi varias versões de pessoas que dizem terem salvado o peixe desta terrível doença, mas sinceramente não acho possível, basta só fazer uma pesquisa bastante aprofundada e estudar um bocado sobre a patologia dela, que ficam logo com um esclarecimento mais completo. Em esta, e só em esta doença é que concordo plenamente com o uso da eutanásia, já que evita o sofrimento lento e prolongado do peixe.
A doença da bexiga natatória: são doenças que não são contagiosas, e em que o peixe deixa de ter uma natação sincronizada e muito desajustada, isto deve-se em primeiro lugar a uma má nutrição do peixe principalmente causada pela pouca variedade em nutrientes, em outros casos a super alimentação também pode levar com que aconteça. Normalmente é impossível a sua cura, morrendo em pouco tempo o peixe.
Tratamento: mais que tudo temos que prevenir dando aos restantes uma dieta diferente, tanto em proteínas como em vitaminas, também temos que evitar dar em muita quantidade e durante muito tempo o mesmo tipo de alimento.
Tratamento: eu primeiro que tudo troco a agua do aquário diariamente em 50%, e de cada vez que faço-o coloco umas gotas de aloé vera na proporção de uma gota por cada litro.
Para concluir é de salientar que cada vez que surgir alguma infecção em algum dos nossos peixes, por vezes temos que desinfectar os aquários, redes e todos os materiais que mantiveram algum contacto com o peixe, em certos casos utilizo uma mistura de formol com água na proporção de 5ML de formol para cada litro de água, logo de seguida lavar com abundante água para assim retirar algum vestígio de formol. Em outros casos lavar com abundante água é suficiente, e nunca utilizando algum tipo de detergente ou lixívia.









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